Comandante da Polícia Marítima não acredita ser preciso “fechar” praias

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O comandante-geral da Polícia Marítima (PM) disse hoje não acreditar ser necessário «fechar uma praia» durante a época balnear deste ano por incumprimento das regras criadas para travar a pandemia de covid-19.

«Não estou a ver que os nossos concidadãos se coloquem ele próprios numa situação em que se tivesse de fechar uma praia», afirmou o vice-almirante Luís Carlos de Sousa Pereira numa audição na comissão de Defesa Nacional sobre a época balnear, que definiu como “atípica” devido ao surto causado pelo novo coronavírus e pelas regras especiais decretadas.

Apesar de o decreto-lei que regula um eventual encerramento de uma praia ter sido publicado na segunda-feira, segundo disse, Sousa Pereira afirmou não acreditar nesse cenário devido à “responsabilidade cívica” dos portugueses em resposta à crise pandémica nos últimos dois meses, com o período de confinamento e estado de emergência.

Tal decisão, admitiu, só deveria acontecer «se houvesse um desrespeito geral das regras».

«Devemos ter previsto [o encerramento das praias], mas é algo que nenhum de nos quer ver acontecer», rematou.

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