Esposende: Município vai alienar edifício que comprou por 600 mil euros

AvatarRedação , 27 de maio, 2022

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O Município de Esposende vai colocar à venda um conjunto de imóveis localizados no concelho, prevendo-se uma angariação de receita de 1 139 755,00 euros, que será aplicada em investimentos nas freguesias onde se situa esse património. Um desse imóveis é o Pérola, em Apúlia, que a autarquia comprou por 600 mil euros (pagando em prestações de 300 mil) e que mantinha a intenção de ali criar uma série de valência públicas, incluindo a sede da junta, mas que caberia sempre "às gentes de Apúlia decidir o que quer para o edifício", disse o presidente da Câmara de Esposende.

Em comunicado, o edil Benjamim Pereira reitera que “se mantém na íntegra o propósito inicial que esteve subjacente à aquisição deste imóvel", ou seja, "uma intervenção de caráter geral que permita a sua recuperação global, sem comprometer a sustentabilidade financeira do Município, dando uma nova imagem à frente marítima de Apúlia e assegurando os melhores interesses da vila e dos Apulienses”.

Benjamim Pereira reforça ainda que “o Município pretende alavancar outros investimentos e, por conseguinte, tem necessidade de angariar verbas, canalizando-as para esses projetos”.

Para além do Pérola, a Câmara de Esposende adianta que quer fazer dinheiro com a vendas de outros imóveis como cinco lotes de terreno em Forjães, um prédio urbano em ruína sito na Rua da
Senhora da Saúde, em Esposende, um prédio urbano composto de casa torre na Rua da Nogueira, em Esposende, parcela de terreno para construção na Avenida João Paulo II nas Marinhas, e uma fração autónoma correspondente a um pavilhão de um piso, destinado a armazém  na Rua do Faro, em Palmeira de Faro.

“Temos vindo a executar, e continuaremos a manter, uma gestão rigorosa do dinheiro público, aplicando bem os recursos económicos do Município, em prol do desenvolvimento do nosso território e do aumento da qualidade de vida. Em causa está sempre o superior interesse das populações e, por conseguinte, a concretização das intervenções e projetos considerados estruturantes para cada uma das freguesias, numa estratégia articulada com as Juntas de Freguesia”, frisa Benjamim Pereira.

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