Esposende: Presidente da AM refuta acusações do PS e quer ver esclarecido eventual "erro técnico" da gravação

AvatarFilipe Oitavem, 18 de maio, 2022

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O presidente da Assembleia Municipal (AM) de Esposende, Carlos Silva, e abordado pelo E24 quanto às acusações do PS relativa à forma como foi conduzida a última Assembleia Municipal, refuta a acusação de condicionamento da AM ou o sentido de voto dos intervenientes.

"Não é verdade que a votação tenha sido condicionada", afirma.

Carlos Silva recorda o que aconteceu, esclarecendo que "o que foi apresentada por um dos grupos políticos (PSD) foi uma recomendação de propor o aperfeiçoamento da proposta de desagregação da união das freguesias de Esposende, Marinhas e Gandra".

"E das propostas em votação, esta recomendação foi a mais votada (pelo grupo proponente PSD, CDS e a maioria dos Presidentes da Junta). O PS e o partido Chega votaram pela proposta de desagregação sem aperfeiçoamento. Não houve votos contra a desagregação das freguesias", frisa.

Questionado quanto ao eventual dano na gravação da referida AM, o presidente não esconde que "é verdade que a gravação da sessão da AM não está nas melhores condições".

"O que muito lamento (pois é um elemento importante para a elaboração das actas). Os serviços informáticos do Município foram alertados para o facto. Parece tratar-se de um erro técnico, mas espero que haja recuperação das gravações e que se esclareça o que aconteceu, para evitar que aconteça novamente", vaticina.

Recorde-se que também o CDS-PP veio esclarecer o que se passou na AM, contrariando a tese do PS.


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