Governo certifica Caminho Português da Costa para Santiago Compostela

AvatarRedação , 2 de fevereiro, 2022

caminho santiago

O Governo certificou o Caminho Português da Costa para Santiago de Compostela, na Galiza, que liga as cidades do Porto e Valença, no Alto Minho, por reconhecer a sua “importância histórica e cultural”, foi hoje anunciado.

A portaria que certifica este caminho foi assinada pelas secretárias de Estado do Turismo, Rita Marques, e Adjunta e do Património Cultural, Ângela Ferreira.

Com uma extensão de 138 quilómetros, o Caminho Português de Santiago – Caminho da Costa atravessa os municípios do Porto, Matosinhos, Maia, Vila do Conde, Póvoa do Varzim, Esposende, Viana do Castelo, Caminha, Vila Nova de Cerveira e Valença.

Os Caminhos de Santiago são percorridos por milhões de peregrinos desde o início do século IX, quando foi descoberto o sepulcro do apóstolo Santiago Maior em Santiago de Compostela, capital da Galiza, em Espanha.

A certificação do Caminho da Costa deve-se, justificou o Governo, ao “elevado valor patrimonial dos traçados históricos do Porto e de Viana do Castelo”, à “autenticidade e integridade do itinerário, densidade do património edificado e beleza paisagística da envolvente”.

Na nota, a secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, defendeu “a importância da estruturação de novos produtos turísticos para que a procura por turistas nacionais e internacionais possa decorrer ao longo de todo o ano e, em todo o território, tendo, para tal, este novo itinerário do Caminho da Costa um contributo relevante”.

A secretária de Estado Adjunta e do Património Cultural, Ângela Ferreira, sublinhou que “o Caminho de Santiago é um símbolo único do património cultural europeu e a sua certificação do Caminho da Costa vem reforçar o trabalho continuado do Governo para a valorização deste nosso património comum”.

“Esta iniciativa demonstra também a importância da articulação entre as diversas entidades com responsabilidade ou interesse na promoção do Caminho de Santiago, essencial para permitir o desenvolvimento social e económico das regiões que integram estes itinerários”, referiu Ângela Ferreira.

 


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