Braga: Nó de Infias começa a ser desatado no final do ano

AvatarRedação , 4 de abril, 2022

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Começa, aos poucos, a ser desatado um dos principais problemas rodoviários da cidade de Braga. O concurso público para o reordenamento viário do Nó de Infias, um dos “pontos principais de congestionamento” de trânsito da cidade de Braga, deverá ser lançado no último trimestre deste ano, admitiu hoje o presidente da Câmara.

Ricardo Rio disse que o investimento ainda não está estimado, mas adiantou que deverá ascender a mais de cinco milhões de euros.

O prazo de execução será de um ano e meio, contado a partir da data de consignação da empreitada.

Na terça-feira, com a presença do ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, vai ser apresentado o projeto de arquitetura, que custou cerca de 400 mil euros.

Entretanto, e segundo Ricardo Rio, vão ainda ser desenvolvidos os projetos de especialidade.

“O concurso para a obra deverá ser lançado no último trimestre deste ano”, disse o autarca.

Segundo o município, o Nó de Infias é atualmente “um dos pontos principais de congestionamento” de trânsito de Braga, sendo que a intervenção tem como objetivo o reordenamento viário do nó e da rede envolvente.

O nó permite a interceção da EN101 com a EN14, “duas vias estruturantes de ligação inter-regional e nacional”, uma vez que possibilitam a ligação aos concelhos limítrofes.

“Pretende-se com esta requalificação e beneficiação do Nó de Infias melhorar as condições de circulação e segurança, assim como aumentar a capacidade de escoamento de tráfego, priorizando as ligações da EN101 à Avenida António Macedo e a capacidade de saídas da cidade, fomentando um ambiente mais funcional e seguro para os seus utilizadores”, refere um comunicado do município.

Hoje, no final da reunião quinzenal do executivo, Ricardo Rio ressalvou que aquela não pode ser vista como uma “solução miraculosa”.

“Não vai resolver todos os problemas de trânsito na cidade, mas vai melhorar substancialmente o trânsito naquele local, que é hoje o principal constrangimento rodoviário”, referiu.


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