Barcelos: Exposição “Ângelo de Sousa: Quase tudo o que sou capaz" patente na Galeria Municipal de Arte de Barcelos

AvatarPedro Gomes , 10 de novembro, 2021

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Resultado de uma parceria entre a Câmara de Barcelos e a Fundação Serralves, a exposição “Ângelo de Sousa: Quase tudo o que sou capaz” está patente na Galeria Municipal de Arte de Barcelos. 

A cerimónia de inauguração contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Barcelos, Mário Constantino, da Vereadora da Cultura, Elisa Braga, do Presidente da EMEC, Jorge Cruz, e da Presidente da Fundação Serralves, Ana Pinho.

Mário Constantino agradeceu a Ana Pinho “a disponibilidade e sensibilidade da Fundação para descentralizar a cultura, permitindo assim que os barcelenses conheçam e usufruam partes significativas do excelente acervo artístico da Serralves”. O autarca fez ainda votos para que estas parcerias possam multiplicar-se.

Por sua vez, Ana Pinho, Presidente da Fundação Serralves, agradeceu o apoio dado pelo Município de Barcelos, salientando a “importância destas exposições itinerantes, enquanto veículos de aproximação de Serralves às comunidades”.

A exposição fica patente ao público na Galeria Municipal de Arte, até ao dia 30 de janeiro de 2022, e pode visitar de terça a sexta-feira, das 10h00 às 17h00, e sábados, das 10h00 às12h30 e das 14h00 às 17h30.

O que contém a exposição?

A exposição reúne uma seleção de obras da Coleção Serralves que sublinham a importância da contaminação entre disciplinas para a evolução da sua prática artística ao longo da sua carreira. O projeto refuta “a imagem dominante de Ângelo de Sousa como pintor, demonstrando que o desenho e a escultura são não apenas facetas fundamentais da sua obra, como também onde porventura é mais evidente o espírito experimentalista”.

Quem foi Ângelo Sousa? 

O artista nasceu em Lourenço Marques a 2 de fevereiro de 1938 e fixou-se no Porto em 1955. Matriculou-se em Belas-Artes, licenciando-se em Pintura com nota máxima de 20 valores. Viveu e trabalhou na cidade do Porto, onde deu aulas na Escola Superior de Belas-Artes, entre 1962 e 2000, ano em que se jubilou como professor catedrático. Participou na fundação da Cooperativa Árvore, bem como em inúmeras exposições individuais e coletivas. Morreu a 29 de março de 2011.

 


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