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Covid: Há 500 inquéritos epidemiológicos por fazer em Barcelos e Esposende

Nuno Cerqueira - 12 de janeiro, 2021

Há atualmente cerca de 500 inquéritos epidemiológicos por fazer no ACES Cávado / Esposende da responsabilidade da ARS Norte por fazer. Em causa podem estar a ausência de controlo das cadeias de transmissão do covid-19, a situação pode estar a acontecer em todo o país.

O presidente da Câmara de Barcelos, Miguel Costa Gomes, e questionado pelo E24, confirmou essa situação e referiu que já abordou a tutela no sentido de perceber a razão destes atrasos.

«É uma situação que está acontecer pelo menos no nosso ACES Cávado III Barcelos/Esposende, mas não é da responsabilidade do ACES, mas sim da ARS», referiu o edil, manifestando preocupação quanto às cadeias de transmissão.

«Esta situação pode levar a uma ausência de informação e deixar as cadeias de transmissão aumentar», frisou o autarca.

Este jornal sabe que existem infetados que nunca chegam a ser identificados, o que propaga as cadeias de transmissão.

Os especialistas de saúde pública garantem que o reforço de militares e estudantes no rastreio e vigilância está desaproveitado com a aplicação de diferentes métodos de identificação de casos positivos e contactos de alto risco.

Esta não é a primeira vez que a situação acontece. Na altura do natal já se registava inquéritos epidemiológicos em atraso, cadeias comunitárias que ainda não tinham sido identificadas ou situações em que era necessário regularizar as emissões das declarações de isolamento a casos e a contactos de alto risco.

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