Esposende: Intervenções comunitárias da "CDLS-4G AgirE" ajudaram 218 pessoas

AvatarNuno Cerqueira, 30 de julho, 2021

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Tem apenas um ano e já ajudou 218 pessoas em três freguesias do concelho de Esposende. A "agirE - CLDS 4G" foi fundada a 1 de julho e desde então não se cansa em estar na linha da frente a ajudar desempregado, idosos em solidão ou isolamento, crianças e jovens, pessoas em estado de exclusão, assim como entidades empregadores, uma mão invisível mas que é fundamental para muita gente ter um apoio social.

Segundo a diretora técnica do projeto, Sara Ferreira, o "agirE – CLDS 4G" (Atuar Globalmente e Individualmente com os Recursos de Esposende), é «um projeto de intervenção comunitária, que tem como principal objetivo promover a inclusão social e combater a pobreza e discriminação».

«Constitui-se como um instrumento de intervenção de proximidade junto da população, reforçando a pro-atividade dos diversos agentes no apoio aos cidadãos nas diferentes problemáticas, promovendo o desenvolvimento social e inclusivo», frisa.

Mas o o "agirE CLDS 4G" não está sozinho. A entidade coordenadora é a "Esposende Solidário" e tem como entidade parceira e executora do "Eixo 1" a Associação Comercial e Industrial Concelho Esposende.

«Iniciou a sua operação no dia 1 de julho 2020 e tem duração até junho de 2023. Territorialmente, abrange a UF de Belinho e Mar, UF de Esposende, Marinhas e Gandra, e a UF Apúlia e Fão», destaca Sara Ferreira.

O plano de ação do projeto, resultante da estreita articulação e colaboração dos parceiros da rede social de Esposende, engloba quatro eixos de intervenção. O eixo 1 do "Emprego, Qualificação e Formação", o eixo 2 da "Intervenção Familiar e Parental", o eixo 3 da "Promoção do Envelhecimento Ativo e Apoio à População Idosa", e o eixo 4 "da Capacitação e Desenvolvimento Comunitários" através do projeto “REISignifica- Resposta Empoderada de Inclusão Social".

«A população-alvo da intervenção do projeto são pessoas em situação de desemprego, pessoas com deficiência e incapacidade ou alunos que concluíram ou abandonaram o ensino secundário, crianças e jovens, agregados familiares com menores, idosos e pessoas em situação de exclusão social e cuidadores informais», aponta a coordenadora técnica do projeto, acrescentando que «depois de identificadas as situações estas são acompanhadas maioritariamente através dos serviços públicos e privados, nomeadamente, juntas de freguesia, autarquia, serviços de Ação Social, CPCJ e EMAT, gabinetes de Inserção Profissional, instituições, serviços de saúde, entre outros».

Com sede na Central de Camionagem de Esposende, Sara Ferreira destaca que o "agirE - CLDS 4G", e neste primeiro ano, abrangeu 218 participantes, dos quais 56 pessoas desempregadas, 36 jovens que frequentam ou concluíram o ensino secundário, 26 entidades empregadoras, 13 famílias com menores, 42 crianças e jovens, 24 idosos em situação de solidão e isolamento, 18 pessoas em situação de exclusão social e três cuidadores informais.

Trabalham no projeto uma equipa constituída por três técnicas, nomeadamente, a coordenadora técnica e gerontóloga, psicóloga e gestora de empresas.

«Para melhor conhecer o nosso trabalho pode consulta a nossa página de Facebook @agireclds4g, onde toda a comunidade poderá acompanhar as várias atividades que vão sendo desenvolvidas, permitindo que também se possam inscrever em eventuais ações que sejam do seu interesse.


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