Esposende: "Xicão" esteve em Esposende a dar apoio ao candidato à Câmara do CDS-PP

AvatarRedação , 7 de setembro, 2021

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O líder do CDS-PP, Francisco Rodrigues dos Santos, esteve no concelho de Esposende a dar a cara em nome do apoio a Areia de Carvalho, candidato à Câmara do CDS-PP. Apúlia, Fão e a cidade de Esposende foram os locais por onde andaram em arruada e nos mercados locais.

Retirar a maioria, à semelhança de outros partidos que concorrem nestas autárquicas à Câmara de Esposende, ao PSD é o foco da candidatura de Areia de Carvalho, que apesar de ter dado apoio nas últimas autárquicas a Benjamim Pereira, já não se revê no candidato social-democrata.

"Xicão", juntamente com a comunica do CDS-PP Esposende, percorreram vários locais e foram argumentando com os populares as vantagens de votar no candidato centrista, que em caso de vitória seria o regressar da Câmara aquele partido de direita.

O líder nacional do CDS-PP aproveitou a passagem por Esposende para criticar o aumento do subsídio em 100 euros às polícias.

«Absolutamente miserável», disse em relação à proposta do Governo para o subsídio de risco às forças de segurança, considerando que foi perdida uma «oportunidade de repor o respeito» por aqueles profissionais.

Francisco Rodrigues dos Santos, que esteve naquele concelho do distrito de Braga para apoiar o candidato do CDS à câmara, abordou ainda as filas de espera nos hospitais, recuperando uma proposta já apresentada em 2020.

«A ministra da Saúde deve urgentemente apresentar um programa para recuperação da atividade programada do nosso serviço de saúde, para permitir que estas filas de espera para um exame ou uma consulta sejam rapidamente descongestionadas e para que não continuemos a assistir a um verdadeiro congestionamento nas emergências dos hospitais», explicou.

«O CDS propõe neste próximo Orçamento do Estado a criação de uma via verde saúde que procure recuperar a atividade programada ao nível da saúde e permitir a cada doente que ultrapassou os tempos de espera aceder a uma consulta de especialidade, a um exame, que ultrapassou os tempos de espera no setor particular e social pago pelo Estado», defendeu.

 


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