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Há três meses que parque eólico flutuante de Viana está avariado

Redação - 12 de fevereiro, 2021

Parque eólico flutuante em Viana do Castelo parado por avaria em cabo elétrico.

O parque eólico flutuante instalado a 20 quilómetros ao largo de Viana do Castelo está avariado desde a passagem da tempestade "Ernesto", em dezembro do ano passado. 

Este "parque" de milhões de euros, o primeiro da Europa, começou a gerar energia em julho, está parado há três meses «devido a uma avaria num cabo elétrico».

Fonte da Windplus, consórcio que gere o parque WindFloat Atlantic, informou que o mesmo se «encontra, neste momento, fora da rede nacional, de forma temporária, devido a uma avaria num cabo elétrico».

«Como já estavam previstos trabalhos na infraestrutura gerida pela Rede Elétrica Nacional (REN) em terra, concretamente a construção de um posto de seccionamento, esses trabalhos estão a ser realizados em paralelo, durante este período», especificou.

Em julho de 2020, a EDP informou que o parque eólico flutuante começou a gerar energia para abastecer, por ano, cerca de 60 mil consumidores, poupando quase 1,1 milhões de toneladas de CO2.

Na ocasião, em comunicado, a EDP adiantou que o WindFloat Atlantic se encontrava "plenamente operacional e a fornecer energia limpa à rede elétrica de Portugal, depois de ter sido realizada com sucesso a ligação da última das três plataformas ao cabo de alimentação que percorre os 20 quilómetros de distância que separam o parque eólico flutuante da estação instalada em Viana do Castelo".

Com a construção do parque eólico flutuante concluída, o "WindFloat Atlantic, que tem uma capacidade total instalada de 25 Megawatt (MW), é o primeiro parque eólico flutuante semi-submersível do mundo e irá gerar energia suficiente para abastecer o equivalente a 60 mil utilizadores por ano, poupando quase 1,1 milhões de toneladas de CO2".

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